Autor: Alex Rodrigues
Também publicado no blog “O Lado oculto da Lua“
Recentemente, no último dia 11 de abril, o colega André Tadeu de Oliviera publicou na coluna Advocati Fidei um interessante texto de Alister McGrath em que este expõe a interpretação do teólogo luterano Rudolf Bultmann acerca da suposta ressurreição do personagem Jesus, evento que teria dado origem àquela data amada por todos os que, de alguma forma, dependem da indústria do chocolate.
Pretendo neste pequeno texto fazer algumas considerações que passaram pela minha cabeça.
André Tadeu, em sua introdução ao texto, apresenta uma frase que merece destaque:
“Como dogma central do cristianismo, é correto afirmar que sem a ressurreição a religião baseada nas tradições sobre o nazareno perde completamente seu sentido.”
Imagino que quase todo mundo concordaria com esse trecho. Parece-me que para os cristãos o retorno de seu messias dos mortos seria o que há de mais milagroso em toda a fábula criada em torno da vida de Jesus de Nazaré. Mesmo que se ignore qualquer outra das histórias existentes no Novo Testamento, tal evento configuraria algo certamente extraordinário e digno de devoção.
Para o desapontamento de muitos cristãos, vou comunicar algo; a data magna do cristianismo não é o Natal, mas é a Páscoa, momento onde a igreja comemora a ressurreição do personagem histórico Jesus Cristo.






