Bule Voador

Por que a intervenção militar NÃO é uma boa ideia

Passeata “pela família com deus” pedindo a volta do militarismo. Pessoas em redes sociais defendendo o regime militar, afirmando que a coisa “não foi bem assim”. Protesto na Paulista contra a corrupção, tendo como solução placas dizendo “Intervenção Militar já”.

Tudo isso parece meio loucura vindo de uma nação que conquistou sua democracia apenas trinta anos atrás, mas é a pura realidade. Alias, parece que o desejo por uma intervenção militar está ganhando força dentro da nossa sociedade. Ainda é uma parcela pífia, é verdade, mas quantos mais podem resolver “sair do armário”? E que fenômeno é esse? Será um caso de síndrome de Estocolmo coletivo? Ou apenas desespero frente inesgotáveis casos de denúncias de corrupção e descaso do poder publico?

Fato é que, independente dos motivos, uma coisa a meu ver é bem claro, a maioria dessas pessoas, ou não sabem o que foi a ditadura militar, ou receberam uma forte lavagem cerebral para terem passado por ela sem se dar conta do que estava acontecendo. Difícil pensar em outra hipótese. Por essa razão, nesse texto, eu quero ser um instrumento de memória para os leitores, buscando expor porque considero a intervenção militar uma péssima ideia. Minha esperança (sim eu ainda tenho esperança) é dar um pouco de lucidez a esses brasileiros que, aparentemente, não sabem onde estão se metendo. Quero mostrar a eles que trazer de volta o militarismo é como colocar lobos para vigiar ovelhas, o ladrão para guardar o tesouro.

No entanto, para iniciarmos a conversa, é bom lembrar como começou a ditadura aqui no Brasil, faço isso especialmente por que muitas pessoas dizem que intervenção e golpe não é a mesma coisa, mas como veremos, a coisa não é bem assim.

Resumidamente, tudo começou quando João Goulart, o Jango, assumiu a presidência da republica após renuncia de Janio Quadros. Jango resolveu realizar profundas reformas estruturais na sociedade, dando maior espaço para a classe trabalhadora, o que, obviamente, causou grande incômodo nas classes mais conservadoras. Lembrando que o mundo vivia o auge da guerra fria, então qualquer voz popular que “cheirasse” a comunismo era fortemente combatida.

Não deu outra. No dia 13 de março de 1964, João Goulart realizou um grande comício no Rio de Janeiro, onde defendeu várias reformas nos setores agrário, econômico e educacional. A reação conservadora foi quase imediata. Seis dias depois, eles saíram às ruas da cidade de São Paulo, na chamada Marcha da Família com Deus pela Liberdade (qualquer semelhança com o cenário atual brasileiro é mera coincidência). Dia 31 de abril aconteceu a intervenção militar. Dia 9 de abril, os militares assumiram o poder para, em outros seis dias, elegerem seu primeiro presidente, o marechal Castelo Branco. Eu nem preciso dizer, que no seu primeiro discurso, o marechal reafirmou sua posição democrática e que aquilo era apenas uma intervenção militar para restabelecer a ordem no país. É claro que não foi isso o que aconteceu. A “simples” intervenção tornou-se um golpe que durou longos 21 anos.

Agora que já temos um pequeno histórico do problema, podemos avançar tratando do tema proposto, ou seja, demonstrar como não é uma boa ideia uma nova intervenção militar. Para isso, vou utilizar, principalmente, mas não só ele, o Ato Institucional nº 5 (AI 5) (1), que sem sombra de duvida é o documento mais relevante do governo militar brasileiro, e reflete como nenhum outro a barbárie desse regime que muitos querem de volta.

O texto do AI-5 começa com um discurso muito familiar ao que temos ouvido nas ultimas semanas, com promessas de que as tais ações “visavam a dar ao País um regime que, atendendo às exigências de um sistema jurídico e político, assegurasse autêntica ordem democrática, baseada na liberdade, no respeito à dignidade da pessoa humana, no combate à subversão e às ideologias contrárias às tradições de nosso povo, na luta contra a corrupção” (grifo meu). Mas não se deixe enganar pelo belo discurso, pois logo abaixo o texto começar a esboçar um corpo formidável de ações contrárias a qualquer conceito da democracia que acabaram e celebrar. Instaurava-se então uma política repressiva com o pretexto de proteger a nação de supostos “atos nitidamente subversivos, oriundos dos mais distintos setores políticos e culturais” (grifo meu).  Entre tais medidas estavam:

1 – Perda das liberdades individuais. Já que o texto dá ao governo militar poderes de aplicar “medidas de segurança” no sentido de, entre outros, vigiar a liberdade, proibir a liberdade de ir e vir, negar habeas corpus em crimes políticos, que firam a segurança nacional (aqui leia-se crime de opinião) e negar aos réus que praticarem atos contra a vontade do governo, o direito ao Devido Processo Legal.

2 – Perda dos direitos políticos. Deste o seu primeiro Ato Institucional, o AI-1, os militares já estabeleceram tal recurso, e deram-se o poder de cassar mandatos e direitos políticos a sua revelia. Segundo o jornalista Luis Nassif (2), o expurgo atingiu de imediato, 1200 militares, 1400 civis e uma centena de políticos, entre eles, João Goulart, Luiz Carlos Prestes, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros e Leonel Brizola. No AI-5 a baderna continuou com a total desmoralização dos poderes legislativo e judiciário, pondo-os aos pés do poder executivo militar. Os juízes, por exemplo, tiveram suas garantias tiradas, perdendo assim sua capacidade de agir “sem medo” de represaria, e os cidadãos comuns perderam de vez o direito de votar e de ser votado, o que formou o conchavo político necessário para que os militares tivessem o total controle da máquina pública.

3 – Perda da liberdade de imprensa. Esse é um ônus importantíssimo, já que, através do controle dos meios de comunicação que o governo militar conseguiu iludir os brasileiros menos engajados, vendendo a eles a mentira de que o país ia bem, coisa que até hoje influencia a opinião do povo. É comum, por exemplo, ver gente dizendo que o Brasil era mais desenvolvido nesse período, com melhor educação e menos violência, mas pouco dessas pessoas sabem a que preço tudo isso foi conquistado, o preço da liberdade.

“O que aconteceu no Brasil foi um regime de exceção muito duro com inúmeras perseguições e mortes. Precisamos relembrar para que possamos construir o futuro”. A afirmação é da presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader, que acrescenta, “Quando estudante, eu acompanhei colegas sendo retirados das salas de aula e professores serem tirados de suas casas. Vários foram torturados e muitos desapareceram. Lembro bem da nossa professora de genética, Heleneide Nazaré, que foi torturada na OBAM [Operação Bandeirante] e ficou no pau de arara (..) “Havia estudantes infiltrados nas nossas salas de aula e nós não sabíamos quem eram porque eles apareciam entre a lista dos aprovados no vestibular”. (3)

Por que muitos brasileiros nunca souberam ou viveram isso? Elementar meu caro Watson, por que não era interessante ao governo militar que isso chegasse aos ouvidos da patuleia, que também não era importunada se continuasse a viver sua vidinha de trabalhador assalariado. Para os militares era melhor que chegasse ao povo slogans que criassem a falsa sensação de um governo vitorioso, como o emblemático “ninguém mais segura esse país”.

O mesmo ocorreu com o mitológico “milagre econômico”. Mais uma mentira vendida ao povo e que engana gente até hoje. Como avaliou precisamente Nildo Ouriques, professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da UFSC, “Na verdade, não havia segredo na fórmula que hoje deixa saudades nos auto-proclamados desenvolvimentistas. Enquanto no chão da fábrica imperava a super exploração dos trabalhadores, no Estado o endividamento público, via empréstimos internacionais, revelava o segredo e os limites do milagre (…) Em resumo: o crescimento foi o maior que o país já produziu, mas a miséria também foi ampliada” (4). O próprio economista Delfim Neto, ministro da fazenda à época do milagre, em entrevista a Folha de São Paulo (5), afirmou que nunca houve milagre, houve sim muito trabalho do povo brasileiro.

E olha que eu nem estou entrando no mérito dos inúmeros crimes que esse terrível governo cometeu. Torturas, desaparecimentos, mortes e “suicídios” inexplicáveis, a lista de atrocidades é interminável. A uns dois ou três anos atrás participei de um encontro sobre o tema com o senhor Anivaldo Padilha (pai do recente candidato a governo de São Paulo, Alexandre Padilha), que na oportunidade relatou em detalhes qual era o ambiente nas prisões do DOI-CODI, onde ele esteve preso, e como eram feitas as torturas. O nível de desumanidade e violência gratuita praticada pela ditadura é digno de um filme de terror. Ninguém em sã consciência que passe quinze minutos com o senhor Padilha continua defendendo a volta dessa barbárie.

Muito poderia ainda ser dito aqui, e certamente muito mais será revelado com a Comissão da Verdade, mas de uma coisa eu estou bem certo, nada, mas nada mesmo, justificaria uma intervenção militar. Qualquer pessoa com o mínimo de conhecimento sobre a matéria há de concordar comigo. Por fim, aconselho a quem ainda não se convenceu, a investir alguns minutos analisando os Atos Institucionais emitidos pelo regime militar, especialmente o AI-5., e busque bons livros de história e biografias de quem sofreu nas mãos dos militares. A informação é o melhor meio de se evitar opiniões descontextualizadas. Protesto contra o governo é totalmente legítimo e democrático, pedir intervenção militar é jogar a nação no caminho do retrocesso, um perigosíssimo retrocesso.

(1) http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/AIT/ait-05-68.htm

(2) http://jornalggn.com.br/noticia/a-tortura-e-os-mortos-na-ditadura-militar

(3) http://educacaointegral.org.br/noticias/educacao-mais-uma-vitima-regime-militar-brasil/

(4) http://www.mst.org.br/jornal/268/artigo

(5) http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/04/1436007-quem-quebrou-o-brasil-foi-o-geisel-aforma-delfim.shtml

Bule Voador
  • Marcelo Pereira

    Excelente texto. E mais: quem diz que a ditadura “não foi bem assim”, ou são pessoas que nasceram depois da ditadura ou eram crianças no período dela. Eu era criança na época e como sempre tive consciência política, sabia muito bem que a ditadura era algo muito ruim, era o nosso “holocausto”, pior do que qualquer um poderia e pode imaginar.

    Defender a ditadura é coisa de alienado ou de sádico. Mas mal sabem eles que as vítimas eram torturas e mortas independente de ideologia, seja “comunista” ou não.

    • Mariana Carina Nascimento

      Antes que me diga algum mau que eles fizeram, já irei avisar de antemão, que era mentira tudo que ouvistes sobre “tortura de inocentes”, eles torturavam guerrilheiros e terroristas da turminha da Dilma (sim, Dilma é cubana,comunista, guerrilheira, e terrorista! Entende porque ela adora “foder” o Brasil?) para saber o que eles estavam planejando, ah, preciso falar do tratado que eles fizeram quando o PT assumiu o governo? Em que os militares não podiam intervir mais sem o pedido do PRÓPRIO POVO e nem dar o famoso “golpe” senão isso envolveria a ONU, forças armadas de países(extremamente lixos) que temos “filiação” e entre outros? E os militares aceitaram, apenas pela chantagem deles revelarem para o resto do mundo as torturas de “inocentes” ? Que na verdade eram da turminha da “Dilmãe” que temos hoje?

      Sua consciência política é muito ruim, viu!
      Leia o comentário à cima,se tiver vontade de aprender de verdade, e não falar tudo que ouviu por um ouvido, e não saiu pelo outro, o tornando o verdadeiro “alienado”!

  • Wismar Zanella

    Eu acho completamente inacreditável esse povo que pede intervenção militar, chega a ser bizarro… O mais incoerente é que quase todos que defendem a ideia, também utilizam como pretexto a ilusão de que o país está à beira de uma “ditadura comunista”.
    “Vamos evitar uma ditadura através de outra ditadura”… pelamor!!

    Só uma observação: na metade do 6º parágrafo acredito que houve um pequeno erro na data da intervenção militar, o correto é 31 de Março, não Abril (quem nos dera que a intervenção nunca tivesse ocorrido, rs!)

    • Mariana Carina Nascimento

      Se não nos tivesse ocorrido, estaríamos piores do que já estamos. É uma ditadura? Talvez, se proibir a imprensa de dizer MENTIRAS e o povo de votar em tudo que lhe faz MAU é uma ditadura, que assim seja! Não foi uma ditadura, foi um estado de sítio, que não durou nem metade do que o PT durou, e ainda mais, assim que, enganados pelos zumbidos dos petistas, o povo pediu a liberdade de eleger quem os governaria, o encarregado daquela época disse “Eu vou, mas vocês ainda vão se arrepender, e para tirar o PT de governo, só com muito sangue e uma guerra civil” E ele não estava certo? Haha. Não vai demorar para uma guerra civil acontecer, e talvez sua esposa/namorada, filho ou parentes, sejam vítima.
      Aceite, a liberdade de votar e a imprensa que faz o brasileiro viver de pão e circo, é dez vezes pior do que antigamente, da “ditadura” que vocês tanto falam, da ditadura que vocês falam entre 1964/1985 morreram apenas 400 PESSOAS, entre elas soldados, civis e guerrilheiros, no brasil INTEIRO durante todo esse tempo, sabe quantos morrem hoje vítimas de latrocínios, crime pacional, acidentes de trânsito? 110 pessoas por dia, fora os que morrem aos montes nos hospitais que a gente não sabe e a imprensa não divulga mais, é por isso que falo “Salve a ditadura militar, tempo que as pessoas eram felizes e não sabiam”!.
      Vocês apenas querem a “liberdade de expressão” para dizer tudo que tem vontade, é como se fossem filhos, querendo ofender a própria mãe, além do mais, são uns ingratos, pois nem energia para digitar essa merda você teria se não fosse pelos militares que criaram as ÚNICAS hidrelétricas que existem no brasil, dando energia para um ingrato como você se virar contra e cuspir nisso, e o famoso partido da glória, até hoje, nunca fez NENHUMA reparação nas hidrelétricas.
      Hoje nem andarmos nas ruas podemos, antigamente os policiais podiam pedir informações e carteira se estivesse muito de tarde, mas se você não fosse um bandido, alcoólatra, e só um cidadão de bem que está voltando do trabalho, ou indo a uma festa, eles até te acompanhavam!
      Antes que me diga algum mau que eles fizeram, já irei avisar de antemão, que era mentira tudo que ouvistes sobre “tortura de inocentes”, eles torturavam guerrilheiros e terroristas da turminha da Dilma (sim, Dilma é cubana,comunista, guerrilheira, e terrorista! Entende porque ela adora “foder” o Brasil?) para saber o que eles estavam planejando, ah, preciso falar do tratado que eles fizeram quando o PT assumiu o governo? Em que os militares não podiam intervir mais sem o pedido do PRÓPRIO POVO e nem dar o famoso “golpe” senão isso envolveria a ONU, forças armadas de países(extremamente lixos) que temos “filiação” e entre outros? E os militares aceitaram, apenas pela chantagem deles revelarem para o resto do mundo as torturas de “inocentes” ?
      Na época dos militares, a economia do pais era quadradona vigésima economia do mundo, quando o governo entregou o pais, eles entregaram o pais na oitava posição. Foi tão ruim o governo militar né, nossa, horrível, que retrocesso.
      Se o governo tivesse continuado até hoje nós eramos uma potência, melhor que os Estados Unidos. Isso que eles fizeram sem as tecnologias de hoje, sem recolher os impostos de hoje, na época, até a TV era preta e branca.
      Vai estudar a história do Brasil, não essa doutrinação maximista de 20 anos para cá que só serviu para criar pessoas como VOCÊ, e sim a história do nosso país. Do nosso brasil.
      Hoje, exatamente hoje, o Brasil saiu do grupo de “Bom pagador”, agora o Brasil lá fora, é visto como um país de risco, ninguém quer investir mais, fora anunciado em todos os países do mundo, mas claro, ainda está melhor do que a época dos militares, VIVA A DEMOCRACIA POLÍTICA! KKKK

    • Todossomos um

      Bizarro é ter 90% de nossos representantes indiciados por corrupção.

  • Fausto Mendes Carvalho Junior

    para cidadão, a intervenção é um artigo da constituição e o militares não querem tomar novamente o poder, nem tem preparo pra isso, mas podem ajudar a moralizar, depois o povo tem que tomar a redeas

  • fabio

    Pra mim vcs nao passam de pessoas com o rabo comunista….na epoca da INTERVENÇÃO MILITAR de 64 soh era privado de suas faces sociais pessoas podres como vcs. Eu nunca tive meu direito de ir e vir impedido. Nunca fui caçado nem torturado….Agora comunistas sujos e facistas como os que criticam sim, pq eram comunistas e ladroes. Quem nao deve nunca teme. INTERVENÇÃO MILITAR JÁ !!!

    • Emerson Oliveira

      Exato. Esses idiotas úteis do Bule Voador só fazem um desserviço à racionalidade ao serem superficiais sobre o Regime Militar, deixando de falar dos imensos benesses do mesmo. O Regime só perseguia (e com razão), os anarquistas comunistas socialistas esquerdistas que queriam transformar o Brasil numa pátria leninista. Isso vocês não falam (pois são burros). Se querem uma pátria socialista por que não vão para a Coreia do Norte?

      • Vinicius Manincor

        Quer dizer que você não podia escolher um lado, que massa hein, parece um ótimo plano pros dias de hoje.

  • fabio

    E soh pra deixar mas claro pq no texto acima o autor deu uma enfase enorme na liberdade de imprensa ????imprensa facista, podre, imunda sim era caçada e muito bem caçada diga-se de passagem. Professores comunistas tbem sim eram caçados e muito bem……assim que …..vocês comunistas do rabo preso devem sim ficar com medo. Mas nós cidadãos de bem não.

    • Emerson Oliveira

      Esse Bule Voador de rabo preso com os vagabundos comunistas é uma piada.

  • Gabriel Muller

    Meu sogro e meu pai, que viveram na época da ditadura, dizem que foi uma época muito boa, onde o país se desenvolveu como um país sério. Só quem era preso e torturado eram os vagabundos que ficavam na rua ao invés de estudar e/ou trabalhar. “Quem estava trabalhando não era preso, pois estava ocupado trabalhando”. Nossa atual presidente era assaltante de bancos, guerrilheira, e hoje é presidente do país. Sem falar no Lula. Olha o que o PT fez com o Brasil. Tem que ser louco para não querer mudança (ou estar ganhando algum bolsa esmola).

  • André Henrique

    Estamos em 2015 a mentalidade mudou com certeza sobre os militares, os advogados não querem com certeza terem que se adaptar novamente á novas leis. Somos escravos de um sistema falido, nossa constituição com emendas formadas para quem tem o poder (DINHEIRO) enquanto os pobres não tem estudo de qualidade e forçados a ficar em nossas casas sem segurança podendo ser mortos a qualquer instante, nem posso levar meus filhos a um parque próximo a minha casa com medo de sermos roubados ou pior MORTOS por um sistema de crimes constantes, as leis criminais são uma palhaçada quem comete um delito fica solto para o dias das mães hahaha quem comete crime deve ficar preso e jogar a chave fora não tendo nenhum tipo de beneficio!!

    SOMOS ESCRAVOS DO SISTEMA MILITARISMO SIM!!

  • Emerson Oliveira

    Ah, tá, seus burros secularistas. Como se defender o governo petista socialista bolivariano fosse coisa boa, né? Vocês humanistopadas debilóides são tão desinformados como os esquerdistas. Por que não falam que foi graças às Forças Armadas que o Brasil foi evitado de ser uma republiqueta cubana? Esse Bule é uma bosta.

  • Emerson Oliveira

    Vídeo para esclarecer aos burros do Bule Voador: https://www.facebook.com/100006511530566/videos/1644828275744208/

  • Todossomos um

    Com os problemas que enfrentamos, uma saída realmente é a intervenção militar, A tão sonhada democracia se tornou um problema gigantesco de corrupção e de formação de máfias de controle.
    Agora uma pergunta que ninguém consegue me responder, o que acontece depois da Intervenção militar?
    Novas eleições? um governo militar? uma reconstrução da constituição sem a participação do povo?
    Me ajudem, o que acham que aconteceria?
    Não seria mais prudente ao solicitar uma intervenção, ter uma agenda para que o povo possa participar da reconstrução do Brasil?

  • Jorge Galvão

    Que matéria mentirosa e tendenciosa, só pode ter sido escrita por um remanescente dos grupos terroristas daquela época! Nunca houve tanta paz e progresso no Brasil como na época dos governos militares. Todos eram livres pra fazer o que quisessem, onde quisessem e com quem quisessem. As crianças ao chegar no colégio eram perfiladas ante a Bandeira Nacional e em sinal de respeito cantavam o hino. Os cidadãos dormiam o sono dos justos, sem medo de ter sua casa ou comércio assaltado, menores eram obrigados a se recolher às suas casas depois das dez horas e se fossem pegos nas ruas eram detidos e seus pais eram chamados pelas autoridades a se explicar. Não havia o maldito politicamente correto e essas ideologias socialistas que implantam o mal e a discórdia entre a população. Toda a infraestrutura e as grandes obras feitas até hoje foram feitas nesse período. Nossos filhos saiam para brincar de manhã e só voltavam à noite pra casa quando não tinham aula. Todos andávamos sossegados pelas ruas sem medo dos bandidos nos assassinarem por motivos fúteis. Havia um clima patriótico no ar e o Brasil era considerado o país do futuro. Agora os bandidos comunistas que ainda estavam aqui foram mesmo torturados para entregar seus planos de transformar nosso país em um regime comunista que já está mais do que provado não deu certo em lugar nenhum onde foi implantado, pelo contrário, só trouxe miséria e morte às suas populações enquanto os puxa-sacos do regime ficavam mais ricos a cada dia. Duvido uma pessoa de bem que viveu aquela época, reclamar do regime militar. Deixem de ser levianos e parem de ficar contando mentiras à população através desses blogs esquerdistas, com certeza pagos com o dinheiro do contribuinte por debaixo dos panos. Se quiserem me processar por falar a verdade, fiquem à vontade seus doentes do cérebro, militontos, idiotas úteis, massa de manobra do PT!