Bule Voador

Resposta de geneticista a Silas Malafaia

Nosso querido Eli Vieira, ex-presidente da LiHS e editor do Bule Voador, respondeu as afirmações sobre genética de Silas Malafaia em sua entrevista no De Frente com Gabi, que foi ao ar domingo à noite. Confiram:

O fato é que a Internet toda se encantou com o vídeo, que desde ontem já foi assistido 147,200  vezes (atualização: 816,937 visitas até 8:00 do dia 6) e divulgado por vários canais de mídia. Confira os link do que reunimos até agora, com alguns trechos que gostamos – e se souberem de mais canais reproduzindo o Eli, mandem pra gente nos comentarios!

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Atualizações:

Página de facebook da Super Interessante (1.931 compartilhamentos às 19:00 da terça)

UOL Notícias – Ciência (grifo nosso):  “Biólogo desmente Malafaia sobre homossexualidade não ter base genética”

Celso Portiolli no twitter: RT @kibeloco “Biólogo, mestre e doutorando em genética pela Universidade de Cambridge, Eli Vieira, responde Malafaia. http://bit.ly/elivieira 

Página Homofobia Não

 Diário da Manhã (jornal de Goiânia-GO)

O estudante fez um vídeo rebatendo o pastor Silas Malafaia sobre sua entrevista no De Frente com Gabi, derrubando por terra todos os argumentos genéticos usado pelo pastor para descrever as causas da homossexualidade.

Gazeta do Sul (jornal de Santa Cruz do Sul-RS)
Eli recorta partes do programa onde Malafaia fala sobre o tema e desmente, com propriedade, as declarações do líder religioso. O vídeo se espalhou na internet e, 19 horas após a postagem, já conta com quase 270 mil visualizações no YouTube.

Luis Nassif Online

Ligação Teen (portal para jovens): “Geneticista Eli Vieira dá uma aula de genética para Silas Malafaia”

Portal do Rui Falcão (Presidente do Diretório Nacional do PT)

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Revista Galileu

“Hoje, um geneticista brasileiro que estuda na Universidade de Cambridge publicou um vídeo contestando ponto a ponto as afirmações de Malafaia quanto a não existência de fator genético influenciando a orientação sexual. O vídeo, publicado ontem, já está com quase 130 mil visualizações e é quase uma aula de cursinho sobre genética”

Kibe Loco

Silas Malafaia certamente não esperava que o biólogo, mestre e doutorando em genética pela Universidade de Cambridge (Reino Unido), Eli Vieira, publicasse uma resposta tão boa em tão pouco tempo. Assistam porque essa “vitória em Darwin” vale cada segundo…

O Dia (jornal da cidade do Rio de Janeiro)

Eli também cita um estudo que mapeou o cérebro de homens homossexuais. No programa, Malafaia diz que tal estudo “não deu nada”. “Como não deu nada? Os neurocientistas investigaram o cérebro de pessoas heterossexuais e homossexuais e já mostraram que especificamente nas regiões do cérebro relacionadas a prazer sexual e conexão emocional homens heterossexuais mostram similaridades cerebrais com mulheres heterossexuais”, rebateu Eli.

Web Evangelista

Que fique muito claro a todos os leitores e comentaristas que a exibição deste material se deve, unicamente, a sua abordagem CIENTÍFICA da questão e oferece uma resposta a comentários pseudo-científicos de Silas Malafaia que superam os limites do pregador fiel.

Veja São Paulo

Em resposta aos comentários do pastor, o biólogo Eli Vieira, mestre em genética e doutorando na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, preparou um vídeo de 15 minutos que contesta todos os argumentos de Silas, com direito a exposição de pesquisas acadêmicas e trechos da entrevista polêmica. Resultado: o “telecurso” já foi clicado mais de 120 mil vezes, e tem tudo para se transformar no assunto do dia na web.

Blue Bus

 o vídeo de Eli Vieira, PhD em genética, promete bombar na web ao rebater todos os argumentos científicos usados pelo pastor

Não Salvo (página de humor)

enfim….. um geneticista resolveu responder, ou melhor, acabar com todas as bases dele uma a uma. O resultado? Veja você mesmo
(…)
Eli Vieira WINS

Parou Tudo (portal GLS)

O geneticista rebateu as várias afirmações errôneas do líder da Assembléia de Deus Vitória em Cristo com sua experiência e estudos publicados. “Parece que para você, Malafaia, a genética só existe em sua versão determinista do século XX. E sinto te desmentir nessa, mas a gente evoluiu, a gente progrediu.” Assista..

Mais Glória (jornal de Nossa Senhora da Glória)

Eli Vieira se apresenta no vídeo como biólogo mestre em genética e cursando doutorado em uma das mais prestigiadas universidades do mundo: a Cambridge. Eli rebate os comentários que o pastor fez usado os mais modernos estudos

Insoonia (portal de curiosidades do G7)

(…) derrubando por terra todos os argumentos genéticos usado pelo pastor para descrever as causas da homossexualidade.

Parece que alguém andou matando aula de genética. Parece! hahaha

Fabrício Viana (psicólogo pesquisador de Sexualidade Humana)

Um vídeo muito bom! Vale a pena assistir e compartilhar para muitos amigos! Afinal, a verdade liberta!

A Redação (jornal de Goiás)

Pava Blog (blog de Sérgio Pavarini)

IBahia (TV Globo da Bahia)

VioMundo (portal independente de notícias)

Pragmatismo Político (blog famoso sobre política)

Confiram também a entrevista completa de Silas Malafaia à Marília Gabriela, em que a apresentadora se indigna com as respostas do pastor e encerra o programa com a frase “Que o meu Deus, que não sei se é o mesmo que o seu, te perdoe”:

Guilherme Balan
  • Adelino de Santi Júnior

    Orgulhosamente LiHS!

  • André Martins

    Biologicamente, o pastor comete erros absurdos, mas será que todos os questionamentos dele são absurdos? O que seria caracterizado como violência filosófica? Quanto ao tratamento psicológico, eu penso que as pessoas devem ser livres inclusive para “optar” por ser homossexual. Na eventualidade de haver (o que o pastor chamou de) conflito entre o desejo e o ego por que o psicólogo pode atuar apenas na readequação do ego e não do desejo?
    PS: sou leigo em psicologia, então pode ser que essa última questão seja apenas fruto de mais uma groselha do pastor.

    • Rodrigo Véras

      ‘Optar’ por tratamentos baseados em supsoções incorretas e sem evidências claras e robustas de eficácia para um tipo de orientação que
      causa sofrimento apenas pelo preconceito alheio e não por nenhuma característica intrinseca a ela?
      Não tem como ser conivente com este tipo de engodo, sem perpetuar preconceitos e disseminar desinfomação. Esse é o problema.

      Abraços,

      • André Martins

        Por isso eu perguntei, mesmo sabendo que psicologia não é uma ciência exata, excluindo-se os casos de má fé, é possível readequar tanto o desejo quanto o ego, apenas um deles, ou nenhum deles?

  • Bruno_Moura

    Parabéns, Eli!!!

  • Carlos Eduardo

    Espancou educadamente o ignorante estelionatario Silas Malafaia 🙂

  • Parabéns Eli.

  • O vídeo foi perfeito.

  • O vídeo já tem quase meio milhão de visualizações no Youtube. Talvez seja essa a chance do Bule alavancar de vez.

  • Bombou pra caramba! O Eli vai poder até colocar no curriculum Lattes dele! heheheh!! Parabéns Eli! 😉

  • Reges Mendes

    Realmente, EXCELENTE!!!!

    Quero aproveitar pra postar duas dúvidas.

    Conforme um dos estudos apresentados, um quadro de depressão pode causar modificações na orientação sexual de camundongos, o que sugere que também pode ser verdade para os seres humanos.

    Com isso, o homossexualismo pode ser novamente classificado como doença, pelo menos para alguns casos?

    E se a pessoa, após manifestar “homossexualismo depressivo”, se curar da depressão mas continuar “curtindo” pessoas do mesmo sexo, podemos dizer que é uma sequela?

    • Rodrigo Véras

      Me antecipando ao Eli, mesmo que algo assim pudesse ocorrer em seres humanos o que é bem implausível frente ao que sabemos sobre a complexidade do processo de desenvolvimento da sexualidade, ainda assim, por que uma tal mudança de orientação passaria a ser considerada uma doença. No máximo, forçando muito a barra, seria um sinal ou sintoma da mesma, mas a orientação em si não seria uma patologia. Imagine se uma condição patológica mudasse sua preferência alimentar e vc passasse a preferir um tipo de legume a outro. Tal nova preferência seria uma doença, por acaso? Entende o que eu quero dizer? Patologizar uma característica que só causa sofrimento em função do preconceito alheio e de como ele afeta a própria autoimagem da pessoa é completamente sem sentido.

      • Reges Mendes

        Bom dia, Rodrigo.

        Esperar que ocorra nos humanos assim como acontece nos ratos, na verdade, não tem nada de implausível. É isso que o vídeo sugere e é isso que justifica as pesquisas.

        Tudo bem, que seja um sintoma da depressão então (mas sem forçar a barra… rsrs). Percebe que o cerne continua intacto? O homossexualismo continuaria passível de tratamento e, caso não houvesse mais a doença associada, continuaria podendo ser uma sequela…

        E respondendo à sua pergunta, se uma pessoa mudar sua preferência alimentar por uma condição patológica, caso a condição ainda exista, eu consideraria sim como doença, para fins leigos. Para definições mais específicas, agora que você me auxiliou, eu chamaria de sintoma da doença. E caso a condição patológica causadora da mudança não mais existisse, eu chamaria de sequela.

        Concordo que “patologizar uma característica que só causa sofrimento em função do preconceito alheio e de como ela afeta a própria autoimagem” seja completamente sem sentido, mas não estamos falando disso, estamos falando de um estudo científico que apontou relação entre a depressão e mudanças na orientação sexual das cobaias, entende a diferença?

        • Caruê Gama Cabral

          Caso alguém passe a acreditar em Jesus em um momento de depreensão a crença em Jesus pode ser considerada uma patologia? Não vejo logica nisso além desta linha de pensamento ser perigosa.

          • André Martins

            Creio que sim. Se a crença, ou descrença, ou homossexualidade, ou heterossexualidade adquiridas fossem fruto de um tumor no cérebro, o tratamento do tumor seria feito independente de ela perder o sintoma ou não.

    • Bruno_Moura

      Nosso cérebro muda de acordo na relação que ele possui com o meio.
      Depressão pode ocorrer devido a um fator externo e isso fazer com que a
      pessoa desenvolva outros traços de personalidade assim como qualquer
      outro fator externo. Da mesma forma que experimentar profundo bem estar
      em algum momento da vida, pode mudar seu cérebro, nossa cognição e com
      isso nosso comportamento. Pessoas que praticam meditação obtém mudanças
      em sua estrutura cerebral.

      Por que caracterizamos depressão como
      “doença”, e qualquer outra alteração provida de outros fatores não?
      Ambas alteram o cérebro e seu funcionamento e produziriam “sequelas”.

      Consideramos
      algo como doença, por que “doença” é o nome que damos a coisas que
      precisam de tratamento, e precisa de tratamento porque provoca dor e e
      efeitos indesejaveis na vida da pessoa.

      “Sequela” seria mais um “efeito indesejado”… e assim como doença precisa ser tratada.

      • Reges Mendes

        Perfeito.

        Logo, um indivíduo que sofra alguma alteração em sua orientação sexual em um período de depressão e se veja curado da depressão, mas continue percebendo sensações homossexuais indesejáveis, pode classificá-las como sequela e solicitar um tratamento para se curar, correto?

        • Bruno_Moura

          Por que sensações homossexuais seriam “indesejáveis”? No momento que se tem atração por pessoas do mesmo sexo, o problema não é a atração, mas a atração não saciada.

          Uma possibilidade na psicologia, seria fazer essa pessoa aceitar a nova condição e obter a mesma satisfação sexual se ela fosse hétero. Não sou psicólogo nem nada, mas me parece mais fácil você aceitar um desejo, removendo a culpa, do que silencia-lo enquanto reconquista um desejo perdido. Eu não sei há na psicologia essa possibilidade… Desejos parecem ser algo mais enraizados do que a uma opinião sobre determinada conduta.

          Como fazer alguém se sentir atraído por algo que perdeu o desejo?

  • Fabiola Ladeira

    Muito bom Eli, o que o seu vídeo mostrou por tabela é que a população não entende de metodologia científica, nem genética. É, nós professores de Biologia temos muito trabalho pela frente.

  • Resposta de Silas a Eli!!!
    advivo.com.br/blog/luisnassif/pastor-silas-malafaia-responde-ao-biologo-eli-vieira

    Quer saber mais que o Dr. John S. H. Tay, que tem mestrado em Pediatria e dois doutorados: um em Genética e outro em Filosofia, e analisou 20 anos de pesquisas sobre o assunto? Tadinho, está engatinhando!

    • André Martins

      O que os dados indicam é que parece haver componentes genéticos e ambientais no comportamento homossexual, que é mais ou menos o que ocorre com qualquer outro comportamento humano. Isso talvez sirva de álibi para que alguém se disponha a oferecer (não impor) uma cura gay. Mas não deveria fundamentar a homofobia (já que as liberdades asseguradas pela constituição não estão condicionadas à biologia, ou alguém acha que existe um gene religioso?) nem restrições legais legais como o casamento (afinal casais estéreis ou que não são virgens podem se casar) ou adoção (se um casal homossexual influencia na sexualidade dos filhos, uma casal hétero também o fará, e nem a lei nem a biologia qualificam a heterossexualidade como melhor ou pior que a homossexualidade).

  • Muito bom!
    Obrigado por citar nosso cite.

  • Dahora ver o Malafaia insinuando que comportamento inato e genético é a mesma coisa. Solapou mesmo, o Eli deve estar até zonzo de ler uma bobagem dessas 🙂

  • Felipe ferreira lins

    Meus parabéns Eli e LIHS.

  • Que orgulho, Eli! =)

  • Bruno_Moura

    “Mais uma para o pseudodoutor sobre os gêmeos monozigóticos, que são
    idênticos geneticamente: 35% desse tipo de gêmeo que é homossexual, o
    seu irmão gêmeo é heterossexual. Logo, conclui-se que geneticamente não
    se nasce homossexual, e o fator externo, do ambiente, é fundamental para
    determinar isso. Preferência aprendida ou imposta. Ou todos teriam de
    ser homossexuais ou todos teriam de ser heterossexuais no caso de gêmeos
    monozigóticos.”

    Olhe como esse cara é desonesto!!! Se 35% dos gêmeos monozigóticos tem irmão heterossexual, isso significa que 65% dos gêmeos tem irmão que compartilha a homossexualidade.

    O fator externo pode se mostrar importante, mas não é mais “fundamental”, uma vez que a tendência é acompanhar a orientação do irmão.

    A grande desonestidade é considerar as “suas pesquisas” são relevantes, e considerar as outras pesquisas meras “conjecturas”.

    • AlexRodriguesdoNascimento

      Quase isso, Bruno.
      Mas, na verdade, baseando-se nesse dado que o Malafaia citou e vc destacou, os outros 65% seriam de gêmeos que compartilham a mesma orientação, seja homo-homo ou hetero-hetero. De qualquer forma, continua sendo um tiro no pé. Além disso, ele cai no erro de achar que pesquisas científicas têm que dar uma resposta do tipo “tudo ou nada”, “0 ou 100%”. Não sabe o básico de epidemiologia ou estatística, como não sabe de genética.

      Em 7 de fevereiro de 2013 09:40, Disqus escreveu:

      • Bruno_Moura

        Então ele deveria ter dito: 35% deste tipo de gêmeo possui orientação sexual diferente do irmão. O que implicaria uma enorme presença de homossexualidade entre os gêmeos monozigóticos.

        Mas ele disse 35% deste gêmeo “que é homossexual”, e não que 35% dos gêmeos independente da orientação. Dos gêmeos que são homossexuais (100%), 35% possui diferente orientação sexual do irmão. Logo, 65% possui a mesma orientação homossexual do irmão.

        Foi assim que interpretei.

        Mas a questão é, se fosse completamente escolha (o que ele afirma, em nenhum momento ele abriu concessão para ser um misto entre duas coisas), deveríamos esperar nenhuma diferença com relação a média da população. A chance de concordância porque o irmão gêmeo é gay, deveria ser praticamente a mesma entre duas pessoas do mesmo sexo na população, independente do parentesco.

        • AlexRodriguesdoNascimento

          Bruno, a declaração dele está bem truncada (não sei se de propósito ou por simples ignorância mesmo), de qualquer forma, em qualquer uma dessas duas interpretações, esse parágrafo dele é furado. Além disso, ele não dá a fonte desses dados, o que dificulta saber como o estudo foi delineado.
          Em 8 de fevereiro de 2013 04:54, Disqus escreveu:

          • Bruno_Moura

            Acho que ele nem sabe direito os dados e fica citando, e que como ninguém nunca contexta…

          • Bio de verdade

            Esqueceu da epigenética, mesmo que existisse ou que todos nascessem com “genes gays”, não significa que irão virar gays. Não conhece probabilidade muito menos de fatores ambientais.

  • Kat

    essa é a minha (:
    http://wp.me/p38sBJ-1X

  • Fabiola Ladeira
  • tonhao

    o nome ja diz tudo,(mala de malandro)

  • Bio de verdade

    Para um doutor, deu pena ver falar tanta coisa sem lógica. Realmente a ciência é tendenciosa. Deviam estudar mais lógica entre os tupiniquins. Se fosse tão normal e tão abundante casos de relacionamentos entre seres de mesmo sexo dentro de uma espécie, provavelmente ja não existiria mais seres vivos, extinção total devido a ausência de procriação. Mas como são poucos, talvez Darwin esteja certo a natureza vai eliminando com o tempo. Até um aluno de 6º série consegue deduzir isso. É uma lógica ecológica e social, muito simples.

  • Bio de verdade

    No texto, o pastor evangélico diz estar enviando “sua resposta ao doutorando em Genética”. Confira a íntegra da carta do pastor Silas Malafaia:

    “Minha resposta ao doutorando em Genética, que me parece estar defendendo a sua causa na questão da homossexualidade:

    Toda a argumentação que ele apresenta é apenas suposição científica, sem prova real, e tremendamente questionada pela própria Genética. É igual à Teoria da Evolução, uma argumentação científica que não pode ser provada.

    Não existe ordem cromossômica homossexual, só de macho e fêmea. Então, pseudodoutor, não existe uma prova científica de que alguém nasce homossexual, apenas conjecturas.

    Dados de pesquisas americanas:

    86% dos homens homossexuais já se apaixonaram ou tiveram relação com mulheres; 66% das mulheres homossexuais já se apaixonaram ou tiveram relações com homens. Como alguém nasce homossexual se já teve relação heterossexual? Isso é uma piada!

    46% dos homens homossexuais já sofreram abuso por homens. A pesquisa é mais estarrecedora ao mostrar que 68% dos homens homossexuais só se identificaram com o homossexualismo após o abuso.

    Se o rapaz metido a doutor em Genética quiser saber mais, leia o livro Nascido gay?, do Dr. John S. H. Tay, que tem mestrado em Pediatria e dois doutorados: um em Genética e outro em Filosofia, e analisou 20 anos de pesquisas sobre o assunto.

    Mais uma para o pseudodoutor sobre os gêmeos monozigóticos, que são idênticos geneticamente: 35% desse tipo de gêmeo que é homossexual, o seu irmão gêmeo é heterossexual. Logo, conclui-se que geneticamente não se nasce homossexual, e o fator externo, do ambiente, é fundamental para determinar isso. Preferência aprendida ou imposta. Ou todos teriam de ser homossexuais ou todos teriam de ser heterossexuais no caso de gêmeos monozigóticos.

    [Algumas fontes de pesquisas do livro citado: TOMEO, M. E.; TEMPER, D. I.; ANDERSON, S. Kotler D. Archives of Sexual Behavior [Registros sobre comportamento sexual], outubro de 2011; 30(5):535-41 ; STODDAR, J. P.; DIBBLE, S. L.; FINEMAN, N. “Sexual and physical abuse: a comparison between lesbians and their heterosexual sisters”, in: Journal Of Homosexuality, 56(4):407-20, 2009.]

    A verdade é esta: ninguém nasce gay. Não existe prova científica, apenas teorias científicas.”

    Silas Malafaia

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